Beleza à medida
Beleza à medida
Em todo o mundo, foram 23 milhões os procedimentos estéticos cirúrgicos e não cirúrgicos realizados em 2013. Os dados são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (SICPE) e atestam que este tipo de prática é cada vez mais comum. As mulheres são quem mais adere a estes procedimentos, enquanto os homens dão os primeiros passos.
Imagem: preocupação mundial
Em 2013, enquanto o Brasil lidera a tabela dos procedimentos estéticos cirúrgicos, os Estados Unidos da América ocupam o primeiro lugar quanto à combinação de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos, seguindo-se o Brasil, México, Alemanha e Espanha, revelam as estatísticas da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). Em Portugal, embora não existam dados, já que não há obrigação de comunicação a qualquer organismo oficial, o número de clínicas com consultas na área é crescente e os profissionais apontam o aumento dos procedimentos realizados observado nos últimos anos.
Acessibilidade crescente
Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), em 2013 foram realizadas, a nível mundial, 11.599.336 intervenções estéticas cirúrgicas e 11.874.937 não cirúrgicas, tendo o botox (toxina botulínica) sido o procedimento mais popular em termos globais . Estes dados traduzem a tendência de evolução do ramo para intervenções cada vez menos invasivas, possibilitada pelo aperfeiçoamento técnico dos últimos anos, e desmistificando a ideia de intervenções complexas. Tal tem motivado, a par do aumento da informação, uma procura crescente e menos limitada desta oferta por parte de segmentos muito específicos da população. Mas o próprio campo cirúrgico, inicialmente centrado na área reconstrutiva e funcional, tem alargado a sua vertente estética – de tal forma que, hoje, a cirurgia plástica é encarada como uma especialidade que permite melhorar não só a imagem, mas também a autoestima ,bem como outras repercussões psicológicas e sociais de alguns problemas físicos.
As mais procuradas
De todas as intervenções cirúrgicas e não cirúrgicas realizadas a nível mundial em 2013, 87 por cento (mais de 20 milhões) foram realizadas em mulheres, com os primeiros cinco lugares ocupados pela mamoplastia de aumento, lipoaspiração, blefaroplastia (reformulação das pálpebras), lipoescultura e mastopexia (lift mamário). Entre os homens, as mais populares foram a correção do nariz (rinoplastia), a redução do peito para tratamento da ginecomastia (excesso de pele, gordura e glândula mamária, unilateral ou bilateral), a lipoaspiração e a correção das orelhas (otoplastia), revela a ISAPS.
Prepare-se bem
Embora o avanço das técnicas de cirurgia plástica torne a intervenção segura e com resultados cada vez melhores, os procedimentos cirúrgicos envolvem riscos. Para os minimizar deve:
- Certifique-se de que o médico está qualificado para executar este tipo de procedimento e inscrito na Ordem dos Médicos, no colégio da Especialidade de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética.
- Tenha em conta que, em Portugal, a “cirurgia estética” não existe como especialidade isolada, sendo uma das áreas da cirurgia plástica e reconstrutiva.
- Informe-se sobre todos os aspetos relacionados com a intervenção – tipo de anestesia, cuidados pré e pós-operatórios, resultados esperados, eventuais riscos e complicações – e sobre os custos envolvidos.
- Evite fazer várias procedimentos na mesma cirurgia – quanto mais longa for a intervenção, maior será o risco de complicações .
Certifique-se de que a unidade de saúde está devidamente equipada e preparada para qualquer emergência.
Como alerta, a Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética (SPCPRE)esclarece que, uma cirurgia é um assunto sério, por isso pondere bem, avance quando se sentir preparado.
A cirurgia plástica é uma especialidade médica cada vez mais procurada, cujos benefícios já não se restringem apenas a grupos sociais específicos. Os avanços nesta área têm permitido reduzir riscos e tempo de recuperação, potenciando os resultados.
A presente informação não vincula a AdvanceCare a nenhum caso concreto e não dispensa a leitura dos contratos de seguros/planos de saúde, nem a consulta de um médico e/ou especialista.




